domingo, 4 de dezembro de 2016

Quero aprender a não stressar

Quero aprender a não stressar. Juro que quero. Acho que deve ser o melhor estado de alma e de espirito.
Entrámos na época da chuva e de muito calor. Se a chuva nos ensopa, o calor nos ensopa também em suor, sendo uma benção os espaços com ar condicionado.
Há duas semanas atrás choveu e não foram aquelas chuvas torrenciais que transformam estradas em autênticos rios de lama que o ano passado que inundaram a casa. Lembro-me de ir no carro numa estrada minimamente me bom estado para onde convergiam outras de terra e ter que contornar em marcha lenta uma viatura na estrada que estava avariada. isso permitiu que eu observasse numa dessas estradas de terra uma viatura ligeira de tamanho pequeno cuja roda da frente passar por cima de uma poça de agua, sendo que afinal a poça não era poça mas sim um buraco o que fez o carro ter ficado com a frente enterrada. O que me espantou e ao mesmo tempo me fez ter a consciência de que stresso é que o dono da viatura, havia saído do carro e mesmo ali tinha uma zungueira a vender cerveja, o que lhe levou ficar observando calmamente o carro com a frente enterrada no buraco e a beber calmamente a sua  cerveja.
Esta semana, num desses caminhos de terra parti o terminal de direcção do meu carro, pelo que a frente dele aterrou completamente no caminho. Valeu-me o facto de estar perto do local de trabalho e pedir ajuda para me virem resolver o problema do carro. Com a situação fiquei o que se pode dizer de cabelos em pé de tanto stress.
È esta uma das muitas coisas que este país tem de bom. Não há stress. Não há maka. Até mesmo quando vemos as pessoas a ficarem alteradas e perguntamos qual o problema a resposta é: Não há maka.
Quero mesmo aprender a não stressar. Quero mesmo aprender a não ter maka mesmo quando tenho problema para resolver.

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